Blog voltado para postagem de artigos em treinamento esportivo, fisiologia do exercício, nutrição esportiva e informação à todos os assuntos relacionados na área de educação física, saúde e bem estar, atendendo clientes e profissionais interessados.
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
Estas características são fundamentais em parte para aquele "resultado" do verão que vc tanto persegue. Alguns clientes me procuram pedindo p ficar c aquela #perna assim, ou aquele #peitoral assado! Saiba que, o biotipo determinará o formato de tal, o que não tem a ver com a composição #corporal (índice de massa magra e #gordura por ex).
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📍Ectomorfo: indivíduo magro, com baixo percentual de gordura. Possui dificuldade em ganhar #peso, quer seja massa magra ou gorda. Possui uma estrutura óssea estreita, #ombros curtos, cintura fina e um tórax estreito;
📍Mesomorfo: facilidade para ganhar e perder peso, quer seja massa muscular ou gordura. Tem os ombros e tórax largos e cintura estreita;
📍Endomorfo: possui muita facilidade em ganhar peso. É naturalmente pesado, tem os ombros, tórax e cintura largos.
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Destaco novamente que, estas características biotipológicas, não determinam em 100% a sua composição corporal, o que leva vc a #treinar, fazer #dieta e descansar para alcançar seus #resultados. E vc, se encaixou em qual biotipo? 😉 #FelipePedrosaPersonal
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
Hipertensão Arterial
Estima-se que a Hipertensão arterial (PA) atinga em torno de, no mínimo, 25 % da população brasileira adulta, chegando a mais de 50% após os 60 anos e está presente em 5% das crianças e adolescentes no Brasil. É responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal terminal. 🆘
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O treinamento sistematizado de musculação demonstra de forma crônica, queda significativa de até 13,8% na PA. (TERRA et. al., 2008)
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De forma aguda, uma única sessão de exercícios de baixa ou moderada intensidade provoca queda prolongada na PA. (GALLO; CASTRO, 1997)
Procure um médico cardiologista
Fonte: Sociedade Brasileira de Hipertensão, Sociedade Brasileira de Nefrologia e Sociedade Brasileira de Cardiologia
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Síndrome da Disfunção de Movimentos:
A premissa, destinada a diagnosticar e tratar os problemas dolorosos da #musculatura e do esqueleto, admite que as alterações mínimas relativas à precisão dos #movimentos provocam microtraumas e que sua permanência leva aos macrotraumas e ao aparecimento da #dor.
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As mudanças em relação à exatidão dos movimentos resultam na criação de movimentos compensatórios que ocorrem em determinadas direções, podendo ser chamados de #disfunções de movimentos. Estas ocorrem por:
📍Mudanças relativas ao comprimento e a #força dos #músculos, a tensão ou rigidez;
📍Repetição dos movimentos e das posturas prolongadas.
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O exame tem por finalidade identificar as disfunções de movimentos e os fatores que para ela contribuem. Essas informações levam ao diagnóstico que deverá orientar o #tratamento.
Os #exercícios terapêuticos e a correção dos padrões de movimentos que o indivíduo adota em suas atividades cotidianas, constituem o meio capaz de corrigir as disfunções de movimentos identificadas, ou seja, um diagnóstico bem feito e uma prescrição precisa de exercícios, contribuem para a melhoria das disfunções do movimento.
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
Muitas pessoas vem adotando este sistema de treino até a falha concêntrica (SFC) como aprimoramento para o aumento da massa muscular e produção de GH (hormônio do crescimento). Esta se dá, quando em uma série o indivíduo executa até não conseguir mais uma repetição completa sem auxílio. Alguns estudiosos são conclusivos em suas pesquisas quanto esta técnica. (Takada et al, 2012; Burd et al, 2010b; Mitchell et al, 2012).
Porém, há outros autores que são controversos quanto a utilização desta técnica para aprimorar valências físicas.(Wilkinson et al, 2006; Oeste et al, 2009; Kramer et al, 1997;. Sanborn et al., 2000). O melhor a fazer é usar o bom senso aliado a ciência. Alunos iniciantes, necessitam de adaptação e para isso o volume se faz em melhor escala, descartando a falha concêntrica. Alunos avançados podem em fases do treino adotar o SFC afim de aprimorar o sistema mitocondrial e energético. #FelipePedrosaPersonal
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
Em minha opinião as palavras flexibilidade e mobilidade são sinônimos e desempenham papel fundamental para um bom funcionamento da cadeia corporal. Digo cadeia, pois é assim que o corpo age, um encurtamento muscular aqui, pode gerar outra disfunção ali. Segundo Kovacs (2010), amplitude de movimento é o grau de movimento que ocorre na articulação.
Nas fotos apresentadas, seguem exemplos de aumento deste grau no quadril, que pode ser direcionado de uma forma estática ou dinâmica. Caso contrário, um possível encurtamento ou falta de mobilidade está associada a uma disfunção lombar e pélvica, onde, segundo Berg (2011), pode ser um dos principais causares de dor lombar. É muito comum em pessoas que passam horas sentadas e pedalam em grande volume. Recomendo de 2 a 3 sessões de 15' a 30' para cada exercício.
1. Berg, C. Prescritive Stretching. Human Kinectics, Champaing, 2011.
2. Kovacs, M. Dynamic stretching. Ulisses Press. Berkeley, 2012.
#FelipePedrosaPersonal #treino #flexibilidade #mobilidade #exercício
terça-feira, 23 de agosto de 2016
AMNÉSIA GLÚTEA
Criada pelo médico canadense Stuart McGill, a expressão amnésia glútea, se define como o desuso ou enfraquecimento da musculatura do glúteo, que compreende os músculos do glúteo máximo, médio e mínimo. Existe ainda outros músculos responsáveis pela rotação da coxa (piriforme, gêmeo inferior e superior, obturatório interno e externo e quadrado femural). No entanto, não é de conhecimento de todos a razão de os glúteos serem tão importantes para o sistema músculo esquelético do corpo humano, pois sua função vai desde a sustenção do tronco ao estar sentado, até a estabilização durante caminhada e corrida. Maior parte dos casos estão associados por indivíduos passarem muito tempo sentado, sobrecarregando a coluna lombar, fazendo uma retroversão pélvica (quadril girado para frente) ou por falta de fortalecimento com exercícios específicos, como agachamento, levantamento terra e leg press!!! #FelipePedrosaPersonal #glúteo #treino #amnésiaglútea
terça-feira, 14 de junho de 2016
Celular e coluna cervical
segunda-feira, 28 de março de 2016
Quantas vezes devo treinar por semana?
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
Desequilíbrio Muscular
sábado, 13 de fevereiro de 2016
Leg press, um poderoso aliado
sexta-feira, 25 de dezembro de 2015
Referências científicas do benefício do vinho
Segundo pesquisas da Sociedade Europeia de Cardiologia, uma taça por dia é suficiente para reduzir em, pelo menos, 11%o risco de infecções bacterianas que causam doenças como úlceras, gastrites, infecções e diversos tipos de câncer.
Segundo estudos de universidades estadunidenses e suecas, consumir vinho com moderação, principalmente em idades mais maduras (a partir dos 40), fortalece os ossos, veias e artérias, prevenindo muitos problemas que costumam aparecer em idades mais avançadas, como osteoporose e varizes.
O Centro de Ciência Epidemiológica Dinamarquês concluiu que beber vinho regularmente reduz em quase um terço o tempo de espera pela gravidez. A pesquisa foi realizada com 30 mil mulheres.
Um estudo dos epidemiologistas da University of Buffalo concluiu que, dentre as pessoas estudadas, as que ingeriram vinho nos últimos 30 dias, apresentaram menor tamanho abdominal.
Segundo a escola de medicina da Universidade de Boston, beber vinho com moderação produz resultados melhores em testes de habilidade, emoção e mobilidade, além de aprimorar a capacidade de entendimento na meia-idade. Tudo isso pode ser um sinal de melhora na paciência.
Experimentos de laboratório da Universidade de Alberta, no Canadá, descobriram que duas taças de vinho por dia aumentam o colesterol bom (HDL) e diminuem o ruim (LDL). Mas não basta apenas beber vinho e ficar esperando os resultados, como em um passo de mágica; é preciso se movimentar, caminhar e fazer exercícios.
Entre as propriedades mais estudadas, está o fator de prevenção de doenças cardiovasculares, enfermidades que constituem a maior causa de mortes no mundo. A bebida tem ação antiplaquetária, pois contribui para a redução dos níveis de lipídios e colesterol, agentes responsáveis pela formação de placas que podem obstruir as artérias. Além disso, é um vasodilatador, o que favorece a redução da pressão sanguínea. Essas duas características fazem do vinho um importante aliado contra o infarto.
De acordo com estudos do Departamento de Oftalmologia da Universidade de Udine, o vinho é a única bebida capaz de retardar esses efeitos da idade. Beber moderadamente, ao longo dos anos, deixa mais lenta a degeneração da retina e ainda previne os riscos de cegueira.
O vinho ajuda a preservar a memória, inclusive na terceira idade. Segundo o setor médico da Universidade do Arizona, isso acontece porque o vinho previne coagulação do sangue e reduz a inflamação dos vasos sanguíneos. Tudo isso está relacionado à preservação da memória.
Os flavonoides encontrados nas uvas também ajuda a reduzir o risco de doenças neurodegenerativas, que poderiam levar à redução de memória e até à demência.
Uma pesquisa publicada no The Journal of Sexual Medicine, realizada com 800 mulheres italianas, concluiu que quem consome duas taças de vinho por dia apresenta aumento no nível de desejo e satisfação sexual.
O motivo é que os compostos do vinho tinto aumentam o fluxo de sangue em áreas específicas do corpo.
Bons vinhos!!!
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
EXERCÍCIOS CONJUGADOS OU ISOLADOS
terça-feira, 24 de novembro de 2015
Quanto tempo leva para ter resultados com a MUSCULAÇÃO
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
PLIOMETRIA
O primeiro artigo de Verkhoshansky sobre pliometria foi publicado em 1964. Por causa de seu pioneirismo na área Verkhoshansky é chamado de “O Pai da Pliometria”. Infelizmente grande parte de seu trabalho inicial foi traduzido em livros textos que são extremamente difíceis de ser compreendidos. No entanto, nos anos 90 Verkhoshansky foi co-autor de um livro-texto bem mais legível em inglês com Dr. Mel Siff. O livro discute métodos de treino pliométricos em grande detalhe - e a sexta edição inclui programas detalhados de pliometria de 6 e 12 semanas que mostra uma aplicação prática dos métodos de treino de Verkhoshansky.
Então o que é pliometria? Vários autores descrevem a pliometria como qualquer atividade que envolve um rápido alongamento muscular (fase excêntrica) imediatamente seguido por um rápido encurtamento (fase concêntrica) A transição das fases precisa ser rápida, não mais do que 0.25 segundos para que se consiga usar a energia armazenada durante a fase excêntrica. Para que se atinja esse efeito, os níveis de pliometria requerem um estímulo de choque mecânico que proporciona aos músculos produzir os maiores níveis de tensão muscular o mais rápido possível. A natureza dinâmica do treinamento de choque cria dois processos: 1) um aumento reflexo na tensão muscular e 2) a liberação da energia elástica armazenada nos músculos e tendões.
Um exemplo de exercício pliométrico para membros inferiores é o salto em profundidade. Pisar para fora de uma plataforma e imediatamente rebater para cima quando aterrissar é considerado um exemplo de treinamento de choque para os membros inferiores. A flexão de braço usada pela marinha, na qual o praticante bate as palmas das mãos entre as repetições, é um exemplo de treinamento de choque para membros superiores. Junto com essas descrições, Verkhoshansky adicionaria que em ambas essas atividades, antes das mãos e os pés fazerem contato com o solo, os músculos devem estar os mais relaxados possíveis.
Já para os atletas jovens, minha opinião é a de que eles deveriam provavelmente evitar esses tipos de exercícios pliométricos que foram desenvolvidos por Verkhoshansky – tais exercícios são simplesmente muito estressantes para os ossos e tecidos conectivos de indivíduos pré-adolescentes. Também leve em consideração que os atletas maturam em diferentes taxas – em uma classe de adolescentes de 13 anos de idade alguns podem apresentar a maturidade física de uma pessoa de 11 anos e outros podem ter maturidade física de uma pessoa de 15 anos. Assim, um treinador qualificado precisa avaliar cada criança individualmente para determinar se ela está pronta para a pliometria; essa avaliação deve também considerar o nível de maturidade da criança, já que os exercícios pliométricos requerem disciplina para serem realizados com segurança e eficiência.
Nesse meio tempo, no entanto, os jovens atletas podem realizar o que Verkhoshansky chamaria de pliometria preparatória. Pular corda, saltar, saltitar, pular em caixas de salto e treinamento de peso próprio para-idade tais como agachamentos e power clean são considerados como pliometria preparatória. Assim sendo, esses são os tipos de atividades que instrutores deveriam enfatizar no ensino elementar e médio.
Quando um atleta jovem estiver pronto para realizar exercícios pliométricos, eles deveriam ser gradativamente introduzidos a cada ciclo de treino – e durante as fases de maior intensidade um atleta pode necessitar apenas de 20 a 40 saltos em profundidade, duas vezes na semana, para conseguir o máximo de beneficio. No programa de 12 semanas que Verkhoshansky oferece em Supertraining, ele não prescreve nenhum salto até que se atinja a quarta semana e ele espera até a sexta semana antes de prescrever qualquer tipo de salto em profundidade. Em seguida, eu faria os atletas pararem de realizar pliometria durante os estirões de crescimento, por que eles se tornam susceptíveis a fraturas por estresse durante esse período.
A pliometria é eficiente como ferramenta de treino individual, mas considere que ela é ainda mais eficiente quando usada em conjunto com um treinamento de peso adequado. Por exemplo, em 1992 foi publicado um artigo com os resultados de um estudo de seis semanas de como o agachamento e a pliometria poderiam influenciar o desempenho do salto vertical. Os sujeitos que haviam realizado apenas o agachamento aumentaram o salto vertical em 3.3 centímetros. Os sujeitos que fizeram ambos, agachamento e pliometria, aumentaram o salto vertical em 10.7 centímetros!
Não há dúvidas de que a pliometria pode ser um grande método de treino para ajudar a desenvolver atletas potentes que podem correr mais rápido e saltar mais alto, mas quando se trata de atletas mais jovens, existem pré-requisitos especiais. Com crianças, como sempre, a segurança vem em primeiro lugar.











